Por Fabíola Lanzara em 14 de abril de 2009 em
Mundo,
Política

Simon Bolívar
Hoje, 14 de abril, além de ser o aniversário do meu pai, é o Dia Pan-Americano. Você sabe o que é o movimento do Pan-Americanismo?
Pan-Americanismo é o ideal de integração e solidariedade entre os países do continente americano, defendido inicialmente pelo revolucionário venezuelano Simon Bolívar (1783-1830).
Um dos resultados desse movimento foi a instituição do Dia Pan-Americano, em 14 de abril de 1890, derivado da Primeira Conferência Internacional dos Estados Americanos, realizada naquele ano, em Washington, Estados Unidos. O termo “pan-americanismo” surgiu associado, de um lado, à Doutrina Monroe — ao incorporar o velho argumento da “América para os americanos” a fim de afastar a Europa das relações comerciais com a América Latina e, consequentemente, garantir a exclusividade dos mercados latinos para os produtos da indústria americana — e, de outro lado, à ideologia do Destino Manifesto — ao pressupor o “direito natural” dos Estados Unidos de exercer, de forma hegemônica, o domínio econômico e político sobre o continente.
Conhecer a história dos eventos, documentos e instituições voltados à integração das Américas e o papel do Brasil nesse contexto pode ser um bom ponto de partida para refletir sobre as relações entre os países do nosso continente…
Fontes: Portal MultiRio e www.vermelho.org.br
Obs.: Parabéns, pai!
Tags:Américas, Dia Pan-Americano, história
Por Gustavo Lopes em 3 de março de 2009 em
Coisas Legais,
Mundo

Se você é daqueles que adora dar uma espiadinha na vida alheia, saiba que foi lançado nos Estados Unidos o Spy Camera Sunglasses: óculos equipados com câmera digital de 1.3 megapixel, 1 GB de memória, MP3 player e comandado por controle remoto. Com eles, basta olhar para o alvo, apertar um botão e pronto: a foto é tirada sem chamar atenção.
Bom, o design não é propriamente fashion, mas já imaginou o que dá para registrar com um desses numa balada animadinha?
Preço médio (Estados Unidos): US$ 130
Tags:oculos mp3, spy camera sunglasses
Por Gustavo Lopes em 17 de fevereiro de 2009 em
Mundo

Uma das maneiras que a Honda encontrou de testar toda a sua capacidade de fazer tecnologia é através do robô Asimo (Advanced Step in Innovative Mobility). Desde 1986, a marca trabalha na criação de robôs humanóides. Nos primeiros modelos, o foco era conseguir simular movimentos humanos nas pernas. Após isso conquistado, o objetivo era caminhar e subir escadas mantendo estabilidade. Na seqüência, cabeço, corpo e braços foram adicionados. O primeiro robô da Honda pesava 175 kg e o modelo atual pesa 52 kg. Hoje, o Asimo já consegue caminhar por pisos irregulares, virar suavemente, subir e descer escadas, alcançar e segurar objetos, acender e apagar um interruptor de luz e abrir e fechar portas. Além disso, ele responde a comandos de voz, reconhece feições de um grupo selecionado de indivíduos, pode auxiliar pedestres a atravessar a rua utilizando câmeras instaladas nos seus olhos, mapeia o ambiente, registra a presença de objetos e desvia de obstáculos. O robô, que normalmente acompanha a marca nos salões do automóvel do mundo, agora tem ainda mais novidades tecnológicas.

A Honda desenvolveu uma maneira de vários Asimo trabalharem em conjunto e de maneira coordenada, de modo ainda mais suave. Outra novidade é que ao perceber a presença de outra pessoa, o Asimo pode escolher entre recuar, dando um passo para atrás, se tiver espaço, cedendo passagem ou seguir seu caminho.

O Asimo também agora pode recarregar a sua bateria sozinho quando necessário. Ao identificar que a carga da bateria está baixa, o Asimo automaticamente identifica onde está a central de recarga e se dirige a mais próxima. O robô da Honda também pode desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo como: carregar uma bandeja e empurrar o carrinho.

Mas onde a Honda quer chegar com o Asimo? Hoje, ele já atua como guia turísticos em museus e como recepcionistas em algumas empresas de tecnologia no Japão. Mas no futuro, ele poderá ser utilizado em outras tarefas como o auxílio a pessoas com necessidades especiais, fazendo o papel de olhos, ouvidos, mãos e pernas desses indivíduos.
Fonte: www.asimo.com.br
Tags:Asimo, Honda, Robô
Por Fabíola Lanzara em 16 de fevereiro de 2009 em
Mundo
Resolvi trazer uma notícia escatológica para alegrar a nossa semana…
No Japão existe um restaurante cuja temática é algo que tira o apetite de qualquer um: banheiros!
Toda a decoração interna foi desenvolvida sob a inspiração de vasos sanitários e objetos de banheiro. Até os pratos lembram “miniprivadas”!
As fotos abaixo ilustram a bizarrice do lugar – atentem-se para a última foto – que nojo!!!





Tags:bizarro, nojo, restaurante
Por Priscila em 9 de fevereiro de 2009 em
Mundo
Agência Publicis da Champs Elysées, Agosto de 2006.
Atendendo a pedidos (e nem precisa pedir muito), vou falar hoje sobre a minha francófona historia de amor… É exatamente esta a definição que a França tem pra mim, já que ora eu a amo e ora odeio, porém nunca a esqueço.
Tudo começou há uns seis anos, quando, meio descrente, fui me consultar com uma vidente. No meio da sessão, avistei um barquinho e pela cara da taróloga, percebi que parecia algo determinante, ou pelo menos importante. Perguntei do que se tratava, ao que ela me respondeu que o barquinho significava viagem, mudança, transição, e ainda acrescentou que me via morando no exterior. Eu, incrédula, desafiei a danada: “Onde?” “Vejo você morando na França, Priscila”, disse ela. “Ah tá”!
E assim foi. Primeiro veio a paixão pelo francês, depois pela música, pela cultura em geral e pelas pessoas, que de antipáticas não tem nada, apenas os parisienses, mas podemos compará-los como “paulistanos estressados” em relação ao pessoal do interior.
A primeira vez que avistei a “dama de ferro”, toda majestosa, cravada em meio aos prediozinhos baixos, foi do avião, e senti um misto de realização e euforia, e coincidentemente estava ouvindo a minha musica preferida “Fly Like a Bird” de Mariah Carey. Quanta emoção!
Muita coisa foi vivida durante as viagens entre idas e voltas, mas a imersão total aconteceu mesmo nos oito meses que morei em Paris. Fiz amigos, troquei experiências com pessoas de vários lugares e me descobri como uma cidadã do mundo.
Sobre as minhas impressões, aprendi que eles são extremamente patriotas, fazem valer os seus direitos enquanto civis, doa a quem doer… Dá gosto de ver.
Muitas ruas, lugares, teatros e prédios levam o nome do ex-presidente Général Charles de Gaulle, é um dos ícones mais expressivos por lá.
São muito curiosos com relação a outras culturas, fazem perguntas mesmo. São inteligentes e interessados, gostam de interagir e se sentem orgulhosos ao falar sobre algo que você ainda não tem conhecimento.
Odeiam os ingleses, são bem mais ríspidos do que somos com os argentinos e vivem fazendo piadas dos belgas.
Gostam de tomar vinho, inclusive é um hábito oferecer uma garrafa de vinho toda vez que se é convidado para jantar na casa de um francês. Comem diversos tipos de frutos do mar, carnes mal passadas (faux-fillet), aves em geral e foie gras, que é uma espécie de patê de fígado gordo de pato… Quanta crueldade! Eles obrigam os patinhos a engolirem tanta comida, mas tanta, que o fígado só esta no ponto para o consumo quando o animal estiver quase explodindo de tão gordo! Até encontrei um site de protesto anti foie gras: http://www.nofoiegras.org/, mas devo admitir que é uma delicia, derrete na boca e o sabor é perfeito.
O metrô é um caso à parte, merece um post só pra este assunto, mas vou resumir. Um lugar onde se reúnem ricos e pobres, artistas anônimos, gente estranha, gente chique, gente louca e que fala sozinha, gente que joga Sudoku pra passar o tempo… É interessante observar as pessoas compartilhando a solidão, mesmo sem trocar uma palavra sequer você se sente fazendo parte da vida delas por alguns minutos. Quando apanhava o metrô parisiense, me lembrava de um trecho daquela música do Rappa, Rodo Cotidiano: “Sou mais um no Brasil da Central, da minhoca de metal que corta as ruas…”.
Sempre ficava nervosa e angustiada quando alguma estação era bloqueada por causa de suicídio, claro que eles não anunciam assim, mas basta falar que a estação tal está fechada temporariamente por causa de acidente grave e a gente já sabe. Acredite, isso acontece quase todos os dias. Eu, que não sou boba, nunca ficava muito próxima da plataforma, com medo que alguém pudesse esbarrar em mim ou mesmo me empurrar de propósito.
Deusmelivre! Outra coisa engraçada são as linhas mais modernas que não possuem condutor, eu evitava pegar o primeiro vagão para não parecer que estava dentro de um trem fantasma! Rs
Paris é arte do começo ao fim, não existe nada que não transmita isso e absorver e contemplar tudo é o máximo. Conheci varias cidades lindas também, mas nenhuma se compara a ela.
Ah, pra finalizar. A história do banho é mito sim, é a mesma coisa da manga com leite. São super vaidosos e preocupados com higiene, nunca conheci um francês que não tomasse banho todos os dias.
A França é a minha eterna queridinha, pensei que ao deixar aquele país iria me desligar aos poucos. Impossível … Mesmo que a nossa ligação míngue com o passar dos anos, de um jeitinho ou de outro ela sempre vai existir, visto que o meu carinho pela nação que me acolheu é gigante e sempre me lembro dela com grande nostalgia.
P.S. Estou torcendo pela Grande Rio este ano, obviamente!
Ótima semana e até!
Tags:cidade, cultura, França, viagens
Por Gustavo Lopes em 4 de fevereiro de 2009 em
Mundo
Visitante dorme, toma banho e janta em instalações feitas de gelo.
A diária para o casal custa US$ 696.

Visitantes usam copos, pratos e talheres feitos de gelo na ‘cidade’ construída pelo hotel Alpha Resort-Tomamu, que fica em Shimukappu, na ilha japonesa de Hokkaido. O estabelecimento tem quartos, banheiros e sala de jantar feitos de gelo. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)

Mulheres tomam banho ao ar livre no hotel japonês. Para desfrutar do passeio gelado, cada casal desembolsa diária de US$ 696, que inclui o pernoite e também uma refeição, com o ‘jogo de jantar’ feito de gelo. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)

Visitantes experimentam o quarto feito de gelo do hotel Alpha Resort-Tomamu, que ficará aberto até o dia 15 de fevereiro. (Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters)
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL984106-5602,00-HOTEL+DO+JAPAO+CONSTROI+CIDADE+DE+GELO+PARA+VISITANTES.html


Tags:gelo, hotel, japones, Resort-Tomamu
Por Gustavo Lopes em 27 de janeiro de 2009 em
Mundo
O piloto Chesley B. Sullenberger, piloto da companhia US Airways fez no último dia 15/01/2009 um pouso de emergência surpreendente no rio Hudson que atravessa a cidade de Nova Iorque. O avião Airbus 320 entrou em emergência momentos depois da decolagem do aeroporto La Guardia, em virtude do choque de um ganso contra a turbina. Em seguida, o aparelho perdeu altitude rapidamente, impossibilitando o retorno seguro à pista.

Como todos os 155 passageiros sobreviveram sem ferimentos, este acidente é considerado o primeiro pouso na água de um grande jato de passageiros plenamente sucedido. O piloto Sully, como é conhecido, começou a trabalhar na US Airways no ano de 1980. Antes disto, ele esteve na Força Aérea dos EUA por mais de 6 anos, como piloto de caça F-4.
Doravante, ele pode ser considerado o candidato com maior potencial para preencher a vaga de Nova Iorque deixada por Hillary Clinton no senado americano. Nos negócios privados, Sully é fundador da empresa Safety Reability Methods (Métodos de Confiabilidade e Segurança).
A firma SRM fornece excelência, visão estratégica e orientações para o desenvolvimento seguro e confiável de empreendimentos de alto risco. Hoje o Sr. Sullenberger cumpriu plenamente o lema da sua empresa, ao entrar definitivamente para a história da aviação mundial por sua coragem e perícia incomuns.
Podem ter certeza que a partir de hoje os negócios da SRM vão bombar. Boa sorte Sr. Sullenberger, prepare-se para receber uma avalanche de clientes!
Nota: ao contrário do que a imprensa tem noticiado o avião não “caiu” no rio Hudson, pois se isto tivesse acontecido, os 155 passageiros não teriam sobrevivido. A densidade da água é tão grande, que se um avião cai, a fuselagem se destroça. O milagre acontecido hoje foi um suave e altamente bem sucedido pouso.
Tags:acidente, aviao, rio hudson, us airways, vôo 1549